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Defesa de Monografia de Ana Brisa Cosmo de Castro

 Escola Nacional de Ciências Estatísticas

Pós-Graduação Lato Sensu em Análise Ambiental e Gestão do Território

Apresentação de Monografia

A Escola Nacional de Ciências Estatísticas A Ence convida para a apresentação da monografia final do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Análise Ambiental e Gestão do Território intitulada: “Análise de metodologias de mapeamento de risco, suscetibilidade e fragilidade do meio físico: estudo de caso no município de Angra dos Reis/ RJ”.

Aluna: Ana Brisa Cosmo de Castro
Data: 31 de março 2017 – sexta-feira
Horário: 14h00m
Local: Ence - Rua André Cavalcanti, 106 – Sala 306 – Bairro de Fátima

Resumo: O Brasil é um país altamente influenciado por fenômenos extremos de origem hidroclimática, dentre eles os mais recorrentes são as enchentes, enxurradas e movimentos de massa. Esse fato exige adaptação e evolução nas metodologias e teorias que fazem parte da árvore conceitual do risco ambiental. Sabendo da necessidade desta discussão nos estudos ambientais e gestão do território, este trabalho tem por objetivo discutir teórica e metodologicamente cartas de setorização de riscos, fragilidade do meio físico e suscetibilidade a movimentos de massa e enchentes de uma mesma área no estado do Rio de Janeiro, no caso o município de Angra dos Reis. Este compõe uma área reconhecidamente atingida por eventos daquela natureza. O mapeamento de fragilidade do meio físico foi elaborado pelo Instituto Estadual do Ambiente  (INEA) com o objetivo de determinar o grau de estabilidade do relevo e dar arcabouço para identificar áreas urbanas localizadas em áreas inadequadas. A setorização de riscos foi realizada pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), tomando como base principalmente o histórico de ocorrências de movimentos de massa e trabalhos de campo, sendo delimitados polígonos e atribuído um grau de risco a cada um deles. A carta de suscetibilidade a movimentos de massa, também elaborada pelo CPRM, objetivou indicar áreas apropriadas ou não para ocupação urbana, sendo composta por cinco classes: muito alta, alta, média baixa e muito baixa. A utilização de Sistemas de Informações Geográficas é fundamental para esta pesquisa, porque por meio dessas ferramentas tais cartas foram integradas e foi possível perceber discordâncias entre elas. Setores de risco muito alto foram mapeados em áreas consideradas de baixa fragilidade e, por sua vez, muitas áreas consideradas de alta fragilidade não foram mapeadas como suscetíveis a movimentos de massa nem como setor de risco. Ao longo da rodovia Rio-Santos, por exemplo, (BR-101) há grande ocorrência de movimentos de massa, mas a mesma não foi considerada no mapeamento dos setores de riscos. Essa estrada tem alto tráfego de veículos, portanto, esses movimentos de massa representam perigo para um grande número de pessoas que ali circulam diariamente. Os mapeamentos analisados são importantes instrumentos de apoio à gestão territorial e tomada de decisões por parte dos governantes e do setor privado. A existência de discordâncias entre temáticas afins pode refletir em dúvidas e/ou ações indevidas em relação a melhor forma de ocupação do território.

Banca examinadora:
Dra. Rosangela Garrido Machado Botelho (IBGE/DGC/CREN) – Orientadora
Dra. Katia Regina Goes Souza (IBGE/DGC/CREN)
Dra. Marta Foeppel Ribeiro (UERJ)

Gerência do Lato Sensu

Endereço: Rua André Cavalcanti, 106 - Bairro de Fátima - CEP 20231-050 - Rio de Janeiro