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Defesa de Dissertação de Pedro Henrique de Castro Simões

 ESCOLA NACIONAL DE CIÊNCIAS ESTATÍSTICAS

Pós-Graduação em População, Território e Estatísticas Públicas

Defesa de Dissertação

A Escola Nacional de Ciências Estatísticas convida para a defesa da Dissertação de Mestrado intitulada: “Panorama recente do mercado de trabalho no Brasil”.

Aluno: Pedro Henrique de Castro Simões
Orientador:  José Eustáquio Diniz Alves
Coorientador: Pedro Luis do Nascimento Silva

Data: 30 de agosto de 2016 – Terça-Feira
Horário: 09h300m
Local: Ence - Rua André Cavalcanti, 106 – Sala 306 – Bairro de Fátima

Resumo da Dissertação: No Brasil, após uma década de relativa estabilidade macroeconômica, o momento atual é marcado pela perda de dinamismo da economia e pela recessão. Houve uma defasagem grande entre o início da desaceleração e seus primeiros efeitos sobre o mercado de trabalho, o chamado paradoxo do desemprego baixo. Ainda que, mais recentemente, os efeitos da fraca atividade tenham começado a se fazer sentir nos dados, entender o que está por trás de tamanha defasagem nos efeitos da atividade sobre o emprego é importante. O aquecimento do mercado de trabalho no último ciclo de expansão da economia caracterizou-se pelo recuo acentuado da taxa de desocupação. Trata-se de um tema relevante, pois de uma dinâmica favorável do mercado de trabalho depende a possibilidade de que o Brasil desfrute os últimos benefícios do chamado bônus demográfico. Ademais, o debate sobre relação entre os indicadores do mercado de trabalho e a atividade econômica passou a fazer parte das discussões cotidianas dos formuladores da política econômica. São encontradas diferenças marcantes entre as informações coletadas nas duas principais pesquisas que abordam este tema no Brasil, PNAD e a PME, do IBGE. Delas, conclui-se que muito se falou do paradoxo porque grande parte das análises foram baseadas no acompanhamento conjuntural da última. Os principais resultados mostram que a parcela mais expressiva tanto da redução da desocupação, quanto do aumento atual, ocorreu nas metrópoles, fenômeno ao qual se associa uma maior relevância das flutuações macroeconômicas nas economias destas regiões em relação às cidades menores. Verifica-se também que grande parte do comportamento da taxa de desocupação pode ser explicado pela redução da participação das pessoas mais jovens, dos homens e das pessoas menos instruídas. Não parece correto associar apenas ao estudo a redução da participação das pessoas mais jovens, especialmente no período caracterizado pelo paradoxo, pois cresceu também o número de jovens que não trabalham e nem estudam. O perfil etário da desocupação no país hoje é também mais jovem, o que traz preocupações quanto à emergência de uma “geração perdida”.

Banca examinadora:
Dr. José Eustáquio Diniz Alves (Ence/IBGE) - Orientador
Dr. Pedro Luis do Nascimento Silva  (Ence/IBGE) - Coorientador
Dr. Miguel Antonio Pinho Bruno (Ence/IBGE)
Dr. Salvador Teixeira Werneck Vianna (IPEA)
                             

Coordenação de Pós-Graduação
CESAR MARQUES

Endereço: Rua André Cavalcanti, 106 - Bairro de Fátima - CEP 20231-050 - Rio de Janeiro